Empreender sozinho? Não, em Comunidade!

Empreender é, por si só, um conceito de natureza incerta. Acarreta coragem, criatividade, resiliência, dedicação, tempo e responsabilidade, mas é sempre acompanhado por uma pitada de incerteza e risco. A única garantia é que, ao empreender, não sabemos o que irá acontecer. Não sendo (ainda) possível retirar o risco e incerteza inerentes ao ato de empreender, a necessidade de aprender, ouvir e partilhar desafios, decisões e barreiras durante a gestão de um pequeno negócio é uma das mais aclamadas pelos empreendedores. Este artigo ajuda-te a perceber como é que uma Comunidade de empreendedores te pode ajudar a minimizar o risco e a incerteza de uma jornada que pode ser tão dolorosa como maravilhosa.

Uma das premissas a ter em conta ao empreender é que a jornada a iniciar é maioritariamente solitária. A não ser que o empreendedor viva num contexto familiar e/ ou de amigos empreendedores, pode ser difícil para os parentes mais próximos compreenderem na sua plenitude as dificuldades e decisões sentidas – porque não as experienciam em primeira mão. Para além disso, empreender implica aprendizagem constante, acompanhada de erros e decisões importantes – a reflexão com alguém que tenha vivido/ esteja a viver situação semelhante e que ajude a ultrapassar certas barreiras é procurada e muito bem vinda.

É com base nestas necessidades que se têm vindo a formar Comunidades de empreendedores. Estas podem existir por iniciativa própria de um grupo de empreendedores que se mantém em contacto (geralmente mais pequenas), ou por organização e gestão de uma entidade relacionada (como é o caso da Impulso e da sua comunidade de empreendedores). Hoje em dia, com o boom existente das redes sociais e do go digital, o conceito de pertença a uma Comunidade (independentemente da sua área de interesse) ganhou outra abrangência e adesão (devido à facilidade de integração e envolvência).

Mas o que é uma Comunidade de empreendedores?

Uma Comunidade é um grupo de pessoas que se juntam por terem os mesmos interesses, objetivos, valores ou necessidades. Tem uma forte componente de partilha, colaboração e identificação mútua entre os membros, o que origina um certo nível de informalidade. Esta conexão e identificação dos membros através dos mesmos valores (muito importante) e objetivos, interesses ou necessidades é essencial para que o indivíduo se sinta parte (e queira fazer parte) da Comunidade. Numa Comunidade que gera valor, a pertença é voluntária, assente na crença de que todos ganham por fazer parte, podendo até sentir orgulho nisso mesmo.

Uma Comunidade de empreendedores (numa perspetiva geral) é uma Comunidade formada por empreendedores (do mesmo ou de diferentes setores de atividade, de fases similares ou diferentes do negócio), que crescem e se ajudam mutuamente através da colaboração, partilha de experiências, desafios e soluções.

Dependendo da média de idades e da abrangência geográfica da Comunidade, esta pode existir apenas online (num grupo de facebook ou whatsapp, por exemplo), apenas offline (através de encontros presenciais) ou num equilíbrio entre os dois. O normal é que, independentemente do formato inicial a Comunidade caminhe para uma interação mista (off e online): a criação de grupos online para grupos que se formaram através de encontros presenciais facilita a organização e continuidade desses mesmos encontros; para os grupos que se tenham formado online, a construção das relações de proximidade impulsiona os encontros presenciais.

Mas qual o valor gerado numa Comunidade de empreendedores?

É importante compreender que há diferentes níveis de Comunidade, que variam de acordo com o seu valor gerado e interação dos membros dentro da Comunidade, e que há grupos que, apesar de partilharem um interesse comum, não são uma Comunidade (Wenger et al., 2002):

Um grupo de pessoas torna-se uma Comunidade quando, para além de partilharem informação entre elas, partilham igualmente conhecimento. Por exemplo, e aplicando à temática do empreendedor, um Grupo será o conjunto de empreendedores que partilham num grupo de Facebook (por exemplo) eventos e workshops futuros do seu conhecimento sobre temáticas relevantes à operacionalização de um negócio. Já uma Comunidade será o conjunto de empreendedores que, para além de satisfazer as condições de Comunidade já referidas anteriormente, independentemente de partilharem eventos e workshops disponíveis partilham igualmente a sua experiência sobre o setor na sua área de atuação, ou soluções que implementaram no seu negócio durante a pandemia (por exemplo). Numa Comunidade de prática, para além das atividades anteriores os empreendedores criam conhecimento em conjunto (por exemplo, através de grupos de trabalho que se reúnem para estudar um determinado mercado).

Assim sendo, e dependendo do objetivo da Comunidade/ Grupo de empreendedores, estas podem gerar diferentes tipos de benefícios. Ainda assim, e numa perspetiva geral, a partir do nível de Comunidade o empreendedor acede a:

  • Partilha de experiências (“Como reage a minha família ao meu dia-a-dia empreendedor?”; “Como foi a minha primeira interação com um cliente?”; “Como construí o meu website e qual o feedback que obtive?”; “Qual a ferramenta de faturação que utilizo e porquê?”);
  • Partilha de desafios e soluções (“O que fazer quando não consigo vender?”; “Que soluções apliquei durante a pandemia para vender e chegar a novos clientes?”);
  • Partilha de contactos (fornecedores, serviços, potenciais parceiros e clientes (através de referências));
  • Partilha de conquistas (o que incentiva à motivação, conexão e concretização pessoal)!

Como o próprio nome indica, pertencer a uma Comunidade reduz a sensação de “caminhar sozinho” e aumenta o apoio e a colaboração para vingar no mundo empreendedor.

Para que os benefícios sejam maximizados, é fundamental que o empreendedor se identifique com os valores e propósito da Comunidade – o que nos faz sentido numa altura pode já não ser adequado numa outra mais tarde – e que tenha uma intervenção ativa. Se queremos ser ajudados, temos que ajudar: numa Comunidade, só crio valor para mim se criar igualmente para os outros. É importante que os membros estejam engajados para que a criação de valor seja dinâmica, recíproca e constante. Um dos fatores chave é: colaboração. Outro será: criação de valor. E ambos em conjunto originam: valorização.

“O que há de melhor no homem somente desabrocha quando se envolve numa comunidade.”Albert Einstein

Bárbara Covas Lima Coimbra,

Gestora de Comunidade na Impulso

barbara.coimbra@impulso.site

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/bárbara-covas-lima-coimbra-445594117/

Empreendemos e agora?

Se até há pouco tempos tínhamos empresários, homens de negócios, donos de empresas, hoje temos empreendedores.

Se, por um lado, podem ser sinónimos – são negócios e, como tal, visam o lucro e gerar empregos –, por outro, os empreendedores são fruto de uma cultura liderada pela inovação e por uma nova visão do mundo.

Segundo o economista austríaco Joseph Alois Schumpeter, o sistema capitalista (não, não é um palavrão e cabe-nos a nós, empreendedores, dar-lhe uma carga mais positiva) baseia-se no processo de destruição criativa, cujo princípio consiste no desenvolvimento de novos produtos, de novos meios de produção e de criação de novos mercados – destruindo o velho para criar o novo.

De facto, sabemos que muitos de vocês – empreendedores – criaram o vosso próprio mercado oferecendo algo inovador, nunca antes visto, que gerou uma nova necessidade nas pessoas; e que algumas das grandes invenções tornaram obsoletas antigas invenções (da disquete, ao CD, à pen, ao armazenamento em nuvem). No entanto, e pegando na definição dicionarística, empreender é “decidir-se a fazer algo, ou a resolver algo, não obstante as dificuldades.”

Empreender é, pois, um verbo de acção e o empreendedor tem de ser alguém disposto a pôr as mãos na massa, a colocar em práticaas suas ideias, a transformar problemas em oportunidades – ou, então, é só um inventor ou um sonhador ou um filósofo com o seu ideário repleto de conceitos que nunca verão a luz do dia– mesmo com medo, com dúvidas, com receios (que todos temos; afinal, começar algo é sempre incerto e envolve mudanças[MJB1] , algo que nos agita e nos inquieta, mas temos de saber controlar, para que não nos controle a nós).

E é logo na ideia que entram as “dificuldades”

Ao contrário daquilo que acontece com o conceito de empresário – que ganhou um cunho negativo ao longo do tempo –, associamos o termo empreendedor a alguém que está activamente a tentar mudar o mundo para melhor.

E como é que o faz?Vendo e resolvendo as dificuldades que o dia-a-dia nos apresenta.

Seres inovador nem sempre significa que tens de “inventar a Internet”, podes”simplesmente” resolver um problema com que te depares todos os dias e que te faça pensar: tem de haver uma maneira mais fácil de fazer isto. E, se é verdade que todos nós o pensámos ou o dissemos em algum momento da nossa vida, poucos são aqueles que agem com vista a resolver efectivamente essa dificuldade – esses são os empreendedores e só esse facto é uma mostra da coragem.

Olhando à nossa volta, compreendemos que empreendedorismo não é um conceito fechado e que tanto podes ser empreendedor se quiseres abrir uma empresa motivado pela tuaauto-realização e pelo desejo de assumires responsabilidades, de seres independente e de fazeres as coisas à tua maneira, como podes ser empreendedor porque tens uma paixão ou um propósito de vida e pretendes criar as ferramentas para os atingires, independentemente de teres ou não todas as características do anterior.

Assim, tanto és empreendedor se tens em vista a tua independência (mesmo que a fazer o mesmo que já se faz) como setens em vista a solução para um problema (mesmo que a fazer algo que parece “meio louco”).

E, embora possas alcançar a fortuna com o empreendedorismo, bem sabemos que tal nem sempre é sinónimo de prosperidade, mas é sempre sinónimo de esforço e dedicação–não pretendo desencorajar ninguém, muito pelo contrário, quero dar-te todas as ferramentas de que possas necessitar para entrares nesse desafio com uma ideia realística e um plano executável.

Sejas tu o tipo de empreendedor que fores, sabemos que tens iniciativa, ousadia, paixão e visão.

Iniciativa para dares o passo em frente. Ousadia para arriscares (muito ou pouco, mas agindo). Paixão pela tua ideia (o motor dos “loucos”). Visão de como se podem fazer as coisas.

No entanto, as características de um bom empreendedor não se ficam por aqui e, além dos atributos acima, se há um outro que está na base do empreendedorismo é a versatilidade – no início, muito temos um “negócio de um homem só” e, quando tal é preciso, esse homem só (que não deve ser solitário, devendo, sim, tentar rodear-se de pessoas que, tal com ele, estão ou estiveram na mesma situação; o que lhe permitirá aprender e enfrentar com mais confiança os obstáculos que se colocam na vida de todos aqueles que algum dia ousaram arriscar) tem de fazer um pouco de tudo.

Na maior parte dos casos, é mesmo assim: o empreendedor começa com uma ideia; depois, precisa de a meter em prática e, para isso, tem de dispor de capacidades técnicas para accionar essas ideias e para organizar recursos financeiros para financiar o lançamento dessa ideia – sabemos que o investimento inicial poderá variar bastante, mas também sabemos que há um investimento inicial essencial para empreender: tempo. (É um investimento, não é uma desculpa! Se te auto-saboteares [MJB2] com a desculpa de que “eu não tenho tempo”, continua a ler e espero que isso te ajude.)

Um dos nossos bens mais preciosos é o tempo

Mesmo as ideias mais simples envolvem despender algum tempo com o projecto.

Há medida que a ideia ganha asas, será preciso dedicares tempo à realização da actividade, às partes legais da mesma (contratos, facturação, impostos), à divulgação da ideia (marketing, publicidade, vendas, reuniões), ou seja, a toda a estrutura que torna a tua ideia num negócio – e, não te esqueças: um negócio tem de dar lucro ou é apenas um passatempo.

Mas, se ainda não empreendeste, não te assustes, não precisas de dominar tudo nem de saber tudo logo à partida. Lembra-te, a principal característica do empreendedor é agir. Começa por agir!

Mas como é que eu faço isso tudo?

Iniciar um negócio é um trabalho difícil, não vou mentir, e podes atirar-te de cabeça ou ires abrindo caminho até chegares ao ponto em que dizes: é agora! Serei empreendedor em regime de exclusividade!

Seja qual for a tua opção, é preciso coragem para largares tudo. Dar o salto requer muita determinação e aprendizagem constante – para amanhã seres muito mais completo do que és hoje e para amanhã a tua ideia ser muito melhor do que era ontem. E envolve, também, saber ou aprender a lidar com situações complexas e diversificadas – que podem ir do planeamento, à tomada de decisões difíceis, ao trabalho simultâneo em várias ideias e com várias pessoas.

E, se é verdade que é logo no início que começam muitas das dificuldades (a que queremos resolver e as que nos apresentam), não é menos verdade que há medida que as coisas avançam vão surgindo novas dificuldades – ou oportunidades; chamemos-lhe, oportunidades, porque são, de facto, oportunidades de crescimento e de evolução – aos empreendedores: a falta de dinheiro para termos uma equipa a tratar de todas essas coisas de que não gostamos, a falta de conhecimentos para tratares tu dessas tarefas, a inexperiência para conseguires encontrar quem te possa verdadeiramente ajudar, a gestão do tempo para conseguires fazer com que tudo corra sobre rodas, etc.

Se é verdade que a ajuda que posso dar-te relativamente às primeiras é limitada, poderei certamente ajudar com a última: a gestão do tempo.

Sobre este tema: a gestão do tempo, falaremos na 2ª parte deste artigo.


 https://purecoaching.pt/novos-habitos/

 https://purecoaching.pt/ferramentas-de-coaching-vocacional/

Todos nós queremos resultados rápidos!

marketing

A mim, aparecem-me diariamente, potenciais clientes que me dizem que não acreditam no papel do marketing. A todos eu respondo, para ter sucesso têm de dispor de tempo ou dinheiro. Ou seja, tempo para trabalhar na notoriedade do seu negócio, ou se têm muito investimento e isso traz resultados rápidos mas quando terminar o dinheiro termina também a sua visibilidade. Sendo assim, a primeira decisão a tomar é esta: tempo ou dinheiro?

Se escolheu tempo este e-book é perfeito para si. Falamos de criar conteúdos relevantes para os seus clientes. Os conteúdos são a publicidade do sec.XXI. O conceito de consumidor também foi sendo alterado ao longo das últimas décadas. São mais informados, mais exigentes e a compra deixou de ser uma troca de bens mas sim um relacionamento que para as marcas deve ser encarada como um relacionamento muito sério. O autor reconhecido Philip Kotler afirma: se criar um caso de amor com os seus clientes, eles próprios farão a sua publicidade. Nunca esta afirmação teve tanta força como no marketing atual.

“Você vende muito mais quando para de empurra a venda. Esteja preparado para lidar com clientes que sabem comprar! David Meerman Scott

O consumidor digital

– Procuram comodidade, segurança, bons produtos, bons preços e marcas preocupadas com a satisfação do cliente. Os receios de compras através da Internet foram ficando para trás. Os meios digitais deixaram de ser apenas para os jovens, traduzindo o público em muito heterogéneo. Se estão felizes com a nossa marca são os melhores vendedores, mas caso contrário a relação dificilmente volta.

Também não se cai na tentação de pensar que o marketing de conteúdo é publicações grátis. Nem sempre o que é grátis é aquilo que o nosso cliente quer ler ou ouvir. Nunca podemos esquecer quão este novo consumidor é exigente! Se o seu conteúdo não for usado para gerar mais negócios estará a desperdiçar dinheiro e horas de trabalho. Se o seu objetivo é apenas gerar tráfego e cliques, está a falhar completamente. Reflita sobre o real objetivo do seu marketing de conteúdo, gerar negócio ou vender cliques?

Características do consumidor digital

Mais informado

Cada vez mais, o consumidor digital pesquisa antes de comprar. Por isso, as empresas devem fornecer as informações sobre os produtos e/ou serviços de forma clara e transparente. Além disso, na pesquisa de uma solução, o consumidor costuma procurar as opiniões de outras pessoas que tenham usado o produto/serviço.

Mais conectado

Está conectado a qualquer hora e em qualquer lugar, principalmente por causa do crescente uso dos dispositivos móveis

Menos impulsivo

O consumidor digital é mais sensível ao preço e as suas práticas de consumo são mais ponderadas e conscientes.

Mais exigente

O consumidor digital está à espera de que a empresa “converse” com ele e esclareça as suas dúvidas o mais rápido possível, inclusive no mesmo instante em que as dúvidas são apresentadas.

Mais participativo

O consumidor digital tem tendência a partilhar as suas opiniões e experiências: se gostou ou não do produto, se teve algum problema com o atendimento, etc.

Se está a pensar em desenvolver esta área de marketing peço que tenha atenção aos seguintes pontos que vamos referir:

  • Fazer marketing de conteúdo é transformar a sua marca num banco de informações relevantes para o seu cliente
  • A procura vai ser uma constante. Quem é o seu público, onde procura informação, qual a informação relevante, o que ele precisa para escolher o seu produto
  • Tome conhecimento e consciência de que o atual consumidor não está preocupado com a sua marca mas sim consigo próprio. Se tiver uma experiência positiva pode ser que lhe dê alguma atenção
  • Nunca acompanhar o processo de decisão foi tão importante. Estamos obrigados a dar a informação de forma precisa em cada etapa.
  • O mais importante de tudo, o marketing de conteúdo é construir relações com o consumidor. Estas relações devem entender todas as etapas do processo de compra.

Importante não esquecer que o marketing de conteúdo:

  • não exclusivo do online
  • não é aleatório, existe um trabalho anterior de análise e planeamento
  • não deve acabar quando se gere negócio, lembram-se dos atendimentos pós-venda ou até de um simples manual de instruções 

“Em Deus eu acredito, todos os outros tragam-me dados.” – William Edwards Deming

  • De acordo com a revista Forbes88% dos Negócios B2B – ou seja, orientados à venda direta para outros negócios – usam o Marketing de Conteúdos como parte das suas estratégias de marketing.
  • Os especialistas B2B de maior sucesso em Marketing de Conteúdos destinam uma grande parte dos seus orçamentos à tal estratégia: 42% do orçamento total, em com comparação com os 28% gastos pelos especialistas de menor sucesso.
  • 90% dos Negócios B2C – ou seja, aqueles que orientam as suas vendas diretamente ao consumidor final – usam o Marketing de Conteúdos para construir e promover a sua imagem de marca.
  • 48% dos mais eficientes  marketers B2B contam com um plano editorial devidamente documentado como parte da sua estratégia de conteúdos
  • 61% dos especialistas de maior sucesso em content marketing se reúnem todos os dias ou semanas com as suas equipes de trabalho
  • 76% dos marketers B2B decidiram produzir mais conteúdos em 2016.
  • 94% dos especialistas em marketing B2B mantém as suas contas no LinkedIn sempre atualizadas como parte da sua estratégia de conteúdos. Veja os números em outras plataformas populares: Twitter (87%), Facebook (84%), YouTube (74%) y Google+ (62%).

Não é que precisemos de mais conteúdo. Precisamos é de conteúdo relevante. Jason Miller

Definir os conteúdos

Qual o objetivo

O que vende

Criar a persona

Que informação relevante podem estas personas querer?

Informação mais ou menos técnica?

Disponibilidade da informação? – existe ou não no mercado? É pago ou não?

O que tem a oferecer de relevante

Qual o tipo de conteúdos

Quais os canais – onde vai ser divulgado

Trabalhar nas pesquisas do google, que é o motor de pesquisa mais utilizado no mundo – é procurar o que os seus clientes pesquisam

Criação de um calendário de projeto editorial

Como analisar os resultados

[Atenção] Marketing de Conteúdo não é sobre a marca exclusivamente, é sobre o público

Conceitos a saber

Funil de vendas

Os visitantes descobrem que possuem um problema a ser resolvido ou necessidade a ser solucionada. É a etapa do despertar; descoberta e consciência após entrarem em contato com a sua empresa.

O seu objetivo é educá-los, conceda conteúdos importantes utilizando informações que conseguiu já extrair do visitante no primeiro contato, estes materiais podem ser angariados após o preenchimento de um formulário ou questionário, para que o visitante se torne um Lead e avança no funil de vendas.


Os Leads, pois agora estão em busca de suprir suas necessidades e realizando o reconhecimento do problema e a consideração da solução. Por vezes o Lead ainda não sabe como resolver, e não importa o produto ou serviço, sua função é ajudá-lo com dicas, técnicas e orientação.

Não foque na venda da solução imediata, a qualquer custo, primeiro deve amadurecer os Leads, deixando-os prontos para dar mais um passo em seu funil de vendas.

Fundo do funil – Hora da decisão de compra

Os Leads qualificados tornam-se oportunidades, prontos para serem abordados pela área comercial. Neste momento estão cientes do problema, eles possuem uma dor e estão em busca da solução.

Com o trabalho anterior, você criou uma relação de confiança entre você e cada um deles, e você pode ser visto como uma referência no assunto e alguém com quem podem negociar. Agora é hora de mostrar que você é perfeito e a solução para eles.

O funil de vendas só é encerrado quando os leads qualificados realizam a compra e tornam-se clientes.

Definição de persona

Defina a quantidade de personas. Existem negócios em que uma persona é suficiente mas a maioria dos casos podemos identificar 2 ou 3 tipos de personas. As personas são criadas com base na representação de potenciais clientesdos produtos ou serviços que oferece. De seguida coloco uma checklist a ter em conta neste processo:

Identifique as características básicas

Idade, sexo, estado civil, classe social, Educação, filhos, passatempos, interesses, nível de mobilidade, entre outros

Conheça as necessidades das personas

Conhecer quais as fragilidades, de que produto ou serviço procura. Neste ponto vai permitir começar a desenhar a sua oferta

Saiba quais as exigências

O que seu produto ou serviço vai solucionar? Quais as possíveis resistências ao produto ou serviço

Defina as suas soluções para os problemas dos seus clientes

Aproveite todos os contatos que venha a ter com o seu cliente para obter mais informações sobre ele e sobre as soluções que procura.

Conceitos a saber

Funil de vendas

Os visitantes descobrem que possuem um problema a ser resolvido ou necessidade a ser solucionada. É a etapa do despertar; descoberta e consciência após entrarem em contato com a sua empresa.

O seu objetivo é educá-los, conceda conteúdos importantes utilizando informações que conseguiu já extrair do visitante no primeiro contato, estes materiais podem ser angariados após o preenchimento de um formulário ou questionário, para que o                                                                                                                      
Não foque na venda da solução imediata, a qualquer custo, primeiro deve amadurecer os Leads, deixando-os prontos para dar mais um passo em seu funil de vendas.


Fundo do funil – Hora da decisão de compra

Os Leads qualificados tornam-se oportunidades, prontos para serem abordados pela área comercial. Neste momento estão cientes do problema, eles possuem uma dor e estão em busca da solução.

Com o trabalho anterior, você criou uma relação de confiança entre você e cada um deles, e você pode ser visto como uma referência no assunto e alguém com quem podem negociar. Agora é hora de mostrar que você é perfeito e a solução para eles.

O funil de vendas só é encerrado quando os leads qualificados realizam a compra e tornam-se clientes.

Definição de persona

Defina a quantidade de personas. Existem negócios em que uma persona é suficiente mas a maioria dos casos podemos identificar 2 ou 3 tipos de personas. As personas são criadas com base na representação de potenciais clientes dos produtos ou serviços que oferece. De seguida coloco uma checklist a ter em conta neste processo:

  1. Identifique as características básicas
    1. Idade, sexo, estado civil, classe social, Educação, filhos, passatempos, interesses, nível de mobilidade, entre outros
    1. Conheça as necessidades das personas
      1. Conhecer quais as fragilidades, de que produto ou serviço procura. Neste ponto vai permitir começar a desenhar a sua oferta
    1. Saiba quais as exigências
      1. O que seu produto ou serviço vai solucionar? Quais as possíveis resistências ao produto ou serviço
    1. Defina as suas soluções para os problemas dos seus clientes
      1. Aproveite todos os contatos que venha a ter com o seu cliente para obter mais informações sobre ele e sobre as soluções que procura.
  2. – Graph Search – utilizado no facebook e fornece algumas informações dos utilizadores

Regras para criação de conteúdos:

3 C´s – contínuo, consistente e convincente

Os temas

Os temas devem servir de ajuda para resolução do problema dos leitores e potenciais clientes

Os títulos

Pode criar uma estrutura de árvore em que por exemplo, o seu tema principal é marketing e de seguida ir descendo e colocar títulos mais específicos: marketing digital, marketing direto, entre outros.

Quantidade

Depende do nível de interacção que pretende ter com os seus conteúdos. No início terá mesmo de testar e ir monitorizando os resultados. Se definir um e-book por mês, um vídeo por semana, um mailling por cada 15 dias. Só vendo os resultados passados 3 a 5 semanas se podem fazer correções.

Datas e horários: depnde do estudo do seu cliente aquando criação das personas. Conseguiu entender quais os dias com maior impacto, por exemplo as publicações existem estudo que referem 2 por semana. Embora, pela experiência aconselho a fazer mais. Para ganhar notoriedade e presença precisa ser ativo, mas sem ser incomodo.  

Tom de voz

Profissional

Confiante mas não arrogante

Inteligente, não charmoso

Simples

Especialista

Nunca falar de si mas do seu cliente

Tipos de conteúdos

e-book

Vídeos

Blog

Landing page

Artigos

Infográficos

Newsletters

Mail marketing

Testemunhos

Canais

Redes sociais

Web-site

E-mail

Referencia

Motores de busca

Publicidade

 Blog posts

É versátil e muito eficiente na atração de leads, construção de autoridade e, se bem feito, gera muita notoriedade da sua audiência.

Os tamanhos e linguagem podem variar, mas precisam refletir os valores do seu negócio, caso contrário ele não vai chegar ao resultado desejado.

Além disso, lembre-se que um blog post não é a cópia de um material desenvolvido para outra plataforma, como um site, por exemplo.

Apesar da liberdade de linguagem, o mais recomendado é um estilo mais descontraído, como uma conversa. Isso gera uma conexão maior com a audiência.

Tutorial ou passo a passo

Esse tipo de conteúdo chama muito a atenção do consumidor porque ensina de forma detalhada como realizar uma determinada tarefa.

Se ensina fotografia, por exemplo, você pode usar um tutorial e mostrar o passo a passo para realizar um bom enquadramento ao seu público.

É colocar-se no papel do seu público e descrever quais as etapas necessárias para fazer determinada ação.

E lembre-se que quanto mais detalhado for o seu tutorial, melhor. Para isso use prints e imagens explicativas, esses detalhes enriquecem muito o conteúdo.

Vídeos

Esse tipo de conteúdo é essencial para quem quer vender mais. Dados recentes mostram que  100 milhões de pessoas assistem a vídeos todos os dias.

Além disso, 90% de quem compra online considera que assistir um vídeo ajuda a fazer uma decisão de compra.       

Os vídeos são mais dinâmicos, populares e seus conteúdos são cada vez mais procurados pelo público.

Por isso grandes plataformas como YouTube, Facebook, Instagram, Snapchat e Netflix, além de sites de notícias, investem cada vez mais nesse tipo de conteúdo.

Webinars

Webinar é uma espécie de videoconferência. É como a versão online de uma conferência ou palestra.

Você pode usá-los para fazer demonstrações, formações e seminários sobre um tema que interesse ao seu público.

Além de transmitir em tempo real, pode deixar os webinars disponíveis para os inscritos que não puderam assistir a transmissão original naquele momento.

Eles também podem te ajudar a atrair leads para o seu negócio e aumentar a sua autoridade no mercado.

Podcasts

Podcast é um conteúdo em áudio, que pode ser feito o download ou ficar disponível em plataformas de streaming.

É parecido um programa de rádio sobre um assunto específico, mas com a vantagem de estar acessível a qualquer momento.

Esse tipo de conteúdo geralmente é produzido em forma de série.  

Além disso, a duração dos episódios varia de acordo com o formato, o tema e a quantidade de pessoas que participam da gravação.

Guias

Os guias são um tipo de conteúdo aprofundado feito para solucionar o maior número possível de dúvidas sobre um determinado tema.

Eles geralmente apresentam uma abordagem completa e detalhada sobre um único assunto. Ensinar como utilizar ferramentas ou demonstrar como realizar uma determinada tarefa.

Notícias

Notícias são um tipo de conteúdo sobre fatos recentes mostrado de forma mais imparcial.  

O mais importante é produzir a notícia para que desperte o interesse do seu consumidor, mas de forma muito rápida para não perder a novidade do assunto.

Assim, mantém o seu público bem informado e mostra que o seu negócio está por dentro das novidades do mercado.

Folhas de excel

A folha de excel é um tipo de conteúdo que pode apoiar em diferentes tipos de tarefa.

Pode ser um calendário, uma folha de objetivos, um mapa de contas entre outros.

O investimento na produção é relativamente baixo, mas o valor para o seu público pode ser muito grande. Muita gente tem verdadeiro pavor do excel e encontrar um modelo pronto pode parecer um verdadeiro presente.

Ebooks

O ebook é muito utilizado em marketing de conteúdo com o objetivo de gerar de leads.

Esse livro em formato digital utiliza uma linguagem mais informal e pode  tratar sobre diversos assuntos.

Além disso, com esse tipo de conteúdo pode promover a interação através de links e outras formas de media.

É um ótimo jeito de aumentar o seu alcance, já que assim consegue chamar a atenção de pessoas interessadas no seu nicho de mercado.

Pode utilizar um conteúdo de uma apresentação, ou gravar um vídeo, áudio e depois passar para um documento de word e ajustar. Existem programas gratuitos que também já têm o template, por ex. Canvas.

Outra ideia, caso já tenha algumas publicações, é juntar vários posts sobre o mesmo assunto, organizar por tópicos, ajustar a linguagem e publicar como ebook.

Como aumentar a produtividade, com um(a) Assistente Virtual

Assistente-Viertual

Para muitos empreendedores e empresários, a assistência virtual ainda é uma novidade, contudo, foi no final do século XX que esta profissão surgiu!

Em tom de brincadeira, costumo dizer que um(a) assistente virtual é o profissional que vai transformar a produtividade de qualquer empreendedor ou empresa!

O que é um(a) assistente virtual

Um(a) assistente virtual é um profissional, devidamente qualificado, que presta serviços de apoio ou suporte a empreendedores e empresas.

De certo, concorda que criar um negócio traz felicidade e orgulho – sentimentos positivos, que advêm de material um sonho ou projeto que muito se idealizou. 

Por outro lado, é uma grande responsabilidade e para que o negócio possa crescer e ser sustentável, há sempre muito para fazer! 

Delegar tarefas a um(a) assistente virtual acaba, assim, por ser uma oportunidade para que o empreendedor ou a empresa se possam focar nas áreas core ou estratégicas, com a segurança de que as tarefas operacionais estarão asseguradas.

Que tarefas desenvolve um(a) assistente virtual

Cada assistente virtual define os seus serviços em função da sua formação e experiência. Em Portugal temos essencialmente:

  • Assistentes Virtuais Administrativas – muitas vezes designadas como “secretárias remotas”, desenvolvem tarefas administrativas, como atendimento de chamadas, gestão de email, manutenção de bases de dados, organização do arquivo digital, contactos com fornecedores, entre outros.
  • Assistentes Virtuais de Marketing – profissionais com uma forte paixão pelo marketing (sobretudo digital) e que prestam serviços como criação de conteúdos ou newsletters, manutenção de blogs, edição de podcasts ou gestão de redes sociais.
  • Assistentes Virtuais Tecnológicas – profissionais que conhecem e trabalham com diversas plataformas e softwares, como plataformas de e-learning, de eventos online ou de webinars, servidores de email marketing, entre outros e ajudam os empreendedores a criarem ou dinamizarem as suas marcas dentro da área tecnológica.

Como contratar um(a) assistente virtual

Cada negócio tem o seu próprio ADN, objetivos e necessidades. Por isso, cabe a cada empreendedor ou dono de negócio realizar um primeiro check-up às suas necessidades.

Stephen Covey, em “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” partilha uma matriz de gestão do tempo, em que sugere a organização das tarefas de acordo com a sua urgência e importância. Este é, na verdade, um ótimo exercício inicial!

Se seguir esta matriz, saberá no imediato o que delegar: as tarefas do 3º quadrante!

Em grupos de Facebook, no LinkedIn ou com o apoio da Academia de Assistentes Virtuais poderá encontrar o ou a Assistente Virtual certo para apoiar o seu negócio!

Liberte o seu tempo e invista no crescimento do seu negócio!